Posts filed under ‘Imprensa’

Matrena – A Fábrica, A Casa do Pessoal e o Grupo Desportivo – Entrevista ao “Cidade de Tomar”

Cidade de Tomar - 28-10-2016 - Entrevista LV

(Clicar na imagem para ler a entrevista ao “Cidade de Tomar”)

Outubro 28, 2016 at 5:30 pm Deixe um comentário

Matrena – A Fábrica, A Casa do Pessoal e o Grupo Desportivo – Entrevista a “O Templário”

(Clicar na imagem para ler a entrevista a “O Templário” – foto da capa do livro da autoria de Carlos Piedade Silva, a quem agradeço a disponibilidade)

Outubro 21, 2016 at 5:58 pm Deixe um comentário

«Jovem de mobilidade reduzida propõe-se nadar 13 quilómetros entre Rio Fundeiro e Bairrada»

Flávio Santos, um jovem de mobilidade condicionada, prepara-se para atingir um desafio que não está ao alcance de todos. De poucos mesmo. No dia 20 deste mês, o atleta propõe-se percorrer, a nado, uma distância de 13 quilómetros entre a localidade de Rio Fundeiro (Ferreira do Zêzere) e a Bairrada (Tomar). No total, deverão ser cinco horas dentro de água. O objectivo – para além da concretização pessoal – passa por quebrar “barreiras” e despertar a sensibilidade de quem ainda possa pensar que quem tem a mobilidade condicionada… é inferior às pessoas ditas “normais”. Em entrevista exclusiva à Hertz, Flávio Santos, que reside em Ferreira do Zêzere mas treina em Tomar, explicou, então, a origem deste desafio: «Esta ideia surgiu porque eu faço natação há muitos anos e gostaria de ter um objectivo na vida. Quanto à travessia, falei com o meu treinador, que é o Pascoal Mendes, de Tomar, e pensei, em primeiro lugar, realizar Berlengas/Peniche… Mas ele disse-me que isso seria muito complicado para um paralímpico. Pensei, então, noutra opção: porque não ligar Rio Fundeiro à Bairradinha a nadar? E o meu treinador concordou. São treze quilómetros, não é nada por demais, são cinco horas a nadar e de meia em meia-hora vou parando para comer alguma coisa. E o objectivo passa por levar os paralímpicos a um nível acima do que uma pessoa normal considera que é possível. Não é por ter uma pequena deficiência, não é por não ter uma perna ou um braço que somos inferiores. Infelizmente, muitos pensam desta forma mas nós temos mais força de vontade do que certas pessoas que se dizem normais. Os atletas paralímpicos são vistos como “zeros” mas, na verdade, quando vamos lá fora trazemos muitas medalhas do que qualquer outro desporto, mas Portugal só tem futebol».

Apesar do mérito da iniciativa, a verdade é que esta travessia do Zêzere não contou com os apoios esperados por Flávio Santos. Ainda assim, o jovem nadador não desistiu e está concentrado em concluir esta missão. No meio de tudo, ainda houve quem não fechasse os olhos a esta acção: «Tenho apoio da Junta de Freguesia de Ferreira do Zêzere no sentido de garantir que os bombeiros me possam dar apoio no barco. Tenho a ajuda do ginásio LR Fitness, de Tomar, sem esquecer a Terra Oculta que, desde Agosto e até final de Setembro, me empresta uma canoa para que eu possa treinar. Não tenho mais apoios. Tudo será pago do próprio bolso. Mas gostava, de facto, de ter mais apoios pois os objectivos que se seguem são mais “puxados” e obrigam-me a dedicar mais tempo».

Emocionado, Flávio Santos aproveitou a oportunidade para lançar um apelo no sentido de que possa ter o maior apoio possível por ocasião da sua chegada à Bairrada: «Faço um apelo para que as pessoas, no dia 20 de Setembro, por volta das 13h30, 14 horas, esteja no local de chegada para me receberem com aplausos… Como costumam dizer, os homens não choram, mas nesse dia vou chorar se lá estiver muita gente… Quero levar o meu país mais acima e a minha freguesia. Sou de Ferreira do Zêzere mas é em Tomar que faço tudo, a exemplo da natação, de ginásio… ».

(Rádio Hertz)

Setembro 15, 2015 at 9:03 am Deixe um comentário

«Tomar, nostalgia de los templarios»

Viaje a Portugal para descubrir el convento de Cristo, levantado en el siglo XII por el caballero-monje Gualdim Pais. Los misterios novelescos de ‘El nombre de la rosa’ toman forma en un gran enclave del arte manuelino

Ha caído la noche. Los monjes caminan con antorchas por el convento. Forman círculo ante la cruz de los templarios mientras suenan fúnebres cantos gregorianos. Varios religiosos han aparecido muertos, uno de ellos en el mismo refectorio mientras la ignorante plebe comía higos con vino. Han pasado cinco horas y siete asesinatos entre las viejas paredes de la más ambiciosa construcción de los Caballeros de Cristo y aún no se ha descubierto al pecador.

Cada año, el grupo teatral Fatias de Cá recrea la novela El nombre de la rosa en este monumento, testigo de muchas historias y aún más leyendas de las que imaginara Umberto Eco: el castillo y convento de Cristo de la ciudad portuguesa de Tomar.

El público sigue a los actores-monjes en una performance mitad teatro, mitad gira turística; van de claustro en claustro, de capilla en capilla; descansan en el refectorio y se asoman al coro, atravesando cinco siglos de arquitecturas, del románico al Renacimiento, pasando por el gótico autóctono, al que dio nombre el rey Manuel: el manuelino. Pero este enclave de Tomar, patrimonio mundial desde 1983, guarda también la leyenda de los Caballeros Templarios, que mantuvieron su poder en Portugal mientras eran exterminados en otras tierras.

Desde abajo, la fortaleza parece una de tantas. Fue encargada en 1160 al guerrero templario Gualdim Pais para frenar la invasión musulmana, lo que consiguió. Después, los monjes-guerreros se dispusieron a erigir la Charola (hacia 1250), una iglesia dentro de otra; una poderosa estructura románica por fuera, y por dentro una planta octogonal con el referente del Santo Sepulcro de Jerusalén, sede de los templarios. Ocho arcos estrechos, pero suficientemente altos como para que los caballeros pudieran entrar y salir sin descabalgar.

Los monjes-actores y el público entran en la Charola, que hoy poco tiene que ver con la inicial, pues los sucesivos maestros de la orden fueron dejando su huella. A principios del siglo XIV, el rey portugués Dinis acató la orden papal de perseguir a los templarios: les cambió de nombre, de la Orden de Caballeros de Cristo a Orden de Cristo, con el mismo hábito y cruz, y respetando sus bienes. Ya gran maestre de la orden, Henriqueel Navegante se instaló una década en el convento para organizar los grandes viajes a las Indias. Tomar fue la capital espiritual de los Caballeros de Cristo y el faro del nuevo mundo.

Misteriosas señales

Henrique añadió órgano y coro a la Charola, y otro claustro (1420); después el rey Manuel (que reinó de 1495 a 1521) recargó la capilla de colores y oro, y de tablas policromadas que, gracias a una reciente restauración, se pueden contemplar en perfecto estado, al igual que misteriosas señales templarias. Hay que salir a uno de los siete claustros del convento para apreciar la ventana del coro, un exhibicionismo de arte sobre piedra, con filigranas en forma de cuerdas, serpientes, eclécticos cinturones con sus agujeros, cruces, flores, símbolos marinos que exaltan la época de los descubrimientos, mezclados con la corteza retorcida del roble, el árbol de la vida de las Sagradas Escrituras. Aunque solo sea una ventana —tallada entre 1510 y 1513—, le hace la competencia al monasterio de los Jerónimos como obra cumbre del arte manuelino. De este alarde estético se salta, de claustro en claustro, a la época renacentista, ya bajo el reinado de Juan III, que aplicó al convento la estricta clausura; a él se debe el intento de tapiar la maravillosa ventana manuelina, más por odio hacia su padre, Manuel (le había quitado la novia), que por rigores de la imperante Inquisición.

Con tan gran fortaleza arriba, abajo la ciudad, de unos 43.000 habitantes, vive tranquila. La figura de su fundador, el templario Gualdim Pais, se erige en la plaza principal con la iglesia de San Juan Bautista por frente. El comercio tira de la historia, con hoteles templarios y tiendas templarias.

Cruzando el río Nabão se llega a la iglesia de Santa María del Olival, levantada por Pais cuando volvió de las cruzadas con todos sus miembros enteros, cuyos restos descansan aquí. Al entrar, extrañamente, hay que bajar una escalera de ocho peldaños, el número mágico de los templarios; ocho son también las columnas que sostienen la nave central; muchos simbolismos y misterios, como el túnel que se esconde, dicen, bajo la torre achaparrada de la iglesia y escala hasta las murallas del convento de Cristo, donde, después de cinco horas de representación, el grupo teatral ya habrá descubierto al monje asesino de El nombre de la rosa. Pero a la ciudad templaria de Tomar aún le quedan muchos misterios por resolver.

(Javíer Martin – El País)

Março 27, 2015 at 3:56 pm Deixe um comentário

“Cidade de Tomar” – 80 anos

CT-80
PENTAX Image

O jornal “Cidade de Tomar” completa hoje 80 anos desde a sua fundação. Parabéns a toda a equipa!

Março 17, 2015 at 5:11 pm Deixe um comentário

Tomar há 100 anos (IX)

1915-03-04-2

(Imagem – “O Rebate”, 04.03.1915)

Março 4, 2015 at 6:30 pm Deixe um comentário

Tomar há 100 anos (VIII)

1914-06-28-4

(Imagem – “O Rebate”, 28.06.1914)

Junho 28, 2014 at 9:43 am Deixe um comentário

Artigos Mais Antigos


Autor – Contacto

Destaques

União de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Março 2017
M T W T F S S
« Fev    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  

Arquivos

Categorias