Miguel Relvas diz que reestruturação do Centro Hospitalar é para concretizar

Fevereiro 23, 2012 at 3:12 pm Deixe um comentário

O ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares e presidente da Assembleia Municipal de Tomar, Miguel Relvas, refere que a reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo, com a redistribuição de valências entre os três hospitais que o compõem e que tem causado fortes protestos em Tomar, é para levar por diante em nome da racionalização de meios humanos e materiais.

Minutos após ser vaiado por alguns populares em Tomar, à entrada do Cine-Teatro Paraíso, Miguel Relvas disse aos jornalistas que não é pelo facto de considerar Tomar como a sua terra e ser ali autarca que deve ter uma atitude de favorecimento relativamente a esse concelho enquanto governante.

“Ninguém é ministro de uma terra. Eu considero Tomar a minha terra e sou presidente da assembleia municipal, mas a reorganização do hospital envolve três hospitais, Tomar, Abrantes e Torres Novas. E se em Torres Novas e Abrantes existiu compreensão de que não é possível ter três hospitais no espaço de 15 km entre si a multiplicar serviços, em Tomar também deve existir”, disse.

Referindo que “foram factores como o amiguismo que levaram a que Portugal chegasse ao que chegou”, o ministro considerou que, para ele enquanto governante, os cidadãos de Tomar são iguais aos cidadãos dos outros 307 municípios. “Uma cidade ou um concelho não deve ser beneficiado só por um ministro, um secretário de Estado ou um deputado ser dessa terra. Já lá vai esse tempo”, avisou.

Miguel Relvas disse que o estudo que conduziu à reestruturação do CHMT foi feito ainda no tempo de Correia de Campos como ministro da Saúde, no Governo de José Sócrates, mas não houve condições de o aplicar antes. “Estamos a falar de três hospitais em três concelhos ligados por auto-estrada e nós temos que racionalizar. Numa altura em que há 800 mil portugueses sem emprego deve existir a exigência de quem tem responsabilidades públicas de saber gerir com cuidado e com rigor o dinheiro que os portugueses pagam dos seus impostos. Estas matérias não devem ser tratadas com paixão”, concluiu.

(O Mirante)

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