JÁCOME RATTON (III)

Junho 30, 2004 at 8:00 am Deixe um comentário

A Fábrica de Fiação de Tomar seria, ao longo de cerca de 2 séculos, uma das principais âncoras da cidade, dando emprego a famílias inteiras, assumindo um papel decisivo na economia local.

Após longo período de “agonia”, de mais de duas décadas, a Fábrica entraria em processo de falência.

Em 1802, devido ao valioso contributo prestado à Indústria Nacional, Jácome Ratton recebe o foro de Fidalgo da Casa Real, após ter sido já distinguido com a designação de Cavaleiro da Ordem de Cristo.

Porém, na sequência da invasão francesa de 1807, por Junot, o facto de ser de origem francesa e as suas ideias progressistas levaram a que fosse indiciado de tendências jacobinas, sendo acusado de colaboracionista, vindo a ser uma das vítimas da “Setembrizada”; em 1810, já entretanto demitido do cargo de deputado da Junta do Comércio, seria, na noite de 10 para 11 de Setembro, preso na Torre de S. Julião, e transportado para a ilha Terceira, vindo a conseguir exilar-se voluntariamente em Inglaterra, de onde regressaria apenas em 1816.

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