Archive for Junho 10, 2004

FREGUESIA DE CASAIS (IV)

As principais actividades económicas são: a agricultura, pecuária, olivicultura, vinicultura, pré-fabricados, mármores e granitos, oficinas de serralharia civil, serração de madeiras, comércio, construção civil e terraplanagem.

A nível de gastronomia, destaque para o Doce “Coscorões”. No artesanato, referência à pintura em alto-relevo, bonecas de trapos e bordados.

As principais colectividades são: Associação Cultural e Recreativa da Venda Nova, Associação Cultural e Recreativa da Freguesia de Casais, Associação Cultural e Recreativa dos Calvinos, Associação Cultural e Recreativa e Desportiva da Soianda, Associação Cultural e Recreativa de Algáz, Associação de Caçadores da Freguesia de Casais e Associação de Melhoramentos da Freguesia de Casais.

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Junho 10, 2004 at 1:38 pm Deixe um comentário

POLIS DE TOMAR (I)

A propósito do “Polis de Tomar”, aqui ficam algumas notas sobre a sua origem e objectivos principais.

O “Programa Polis” de Tomar foi lançado em 9 de Fevereiro de 2002, com a presença do então Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território, Dr. José Sócrates, tratando-se da 20ª intervenção no âmbito do Programa de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental e a segunda das 10 cidades ao abrigo da componente 1 linha 2.

A intervenção na cidade de Tomar abrange uma área de aproximadamente 208 hectares, compreendendo as margens do rio Nabão, o Mouchão da Várzea Pequena e da Fábrica de Fiação, a Zona do Açude de Pedra, a Mata do Outeiro dos Frades e zona envolvente ao Estádio, o Flecheiro e o Mercado.

Tem por objectivos centrais:

– Valorização de zonas ribeirinhas com a requalificação ambiental do rio Nabão, assumido como elemento estruturante da cidade, com o reforço da ligação entre as duas margens do rio, junto ao Centro Histórico, permitindo recentrar a cidade em torno do rio Nabão e do Centro Histórico

– Construção e valorização das áreas verdes existentes e criação de um contínuo verde, como estrutura de valorização ambiental e paisagística da cidade

– Constituição de um percurso pedonal e ciclovia, potenciando a fruição e valorização do património natural, histórico, arquitectónico e arqueológico

– Recuperação ambiental e urbanística de áreas urbanas, cujas funções foram desactivadas como espaços lúdicos, culturais e comerciais.

As acções de valorização ambiental e requalificação urbana tinham um orçamento previsto (excluindo IVA), de cerca de 20,5 milhões de euros (cerca de 4,1 milhões de contos), dos quais se previa inicialmente uma comparticipação camarária de cerca de 7,2 milhões de euros.

Junho 10, 2004 at 8:04 am Deixe um comentário


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