Posts filed under ‘Literatura’

«Templários em Tomar»

Outubro 5, 2012 at 11:49 am Deixe o seu comentário

“O Templário” (09.02.12) / “Cidade de Tomar” (10.02.12)

O Templário-09-02-12 CidadeTomar-10-02-12

Fevereiro 9, 2012 at 6:22 pm Deixe o seu comentário

“O Mestre Templário na Fundação de Portugal”

Março 19, 2011 at 12:19 pm Deixe o seu comentário

Lançamento do livro “O Templário d’El Rei”

Realiza-se no próximo sábado, 22 de Janeiro, na Galeria dos Templários, pelas 16 horas, o lançamento do livro ”O Templário d’El Rei”, um romance histórico, da autoria de António Balcão Vicente.

Nas palavras do autor, este romance faz o «retrato de uma época, em que uma Rainha, de nome Elizabeth e vinda de Aragão, pôde, pelo culto do Divino Espírito Santo, sintetizar a Alma do Povo Português. Por entre os derradeiros ecos da cultura trovadoresca, Frei Arnaldo D’Eln, Cavaleiro Templário, através de um longo processo na demanda do autoconhecimento, estabelece a ponte entre Portugal e Aragão, dois reinos separados por Leão e Castela, mas muito próximos no florescimento das heterodoxias espirituais e de uma visão iniciática no quadro do Cristianismo. Confidente de Reis e Príncipes do Século XIII, percorre as estradas da Europa, de Comenda em Comenda entre Paris e Tomar, modelando destinos, sem conseguir controlar o seu. Pel’O Templário d’El Rei passam os sentimentos mais profundos da alma humana, numa teia de traições e lealdades, de guerras e ódios fratricidas, de paixões e sonhos… num Hino ao Amor Universal».

Janeiro 19, 2011 at 9:00 am Deixe o seu comentário

José Saramago – 1922-2010

Natural da aldeia de Azinhaga (concelho da Golegã), onde nasceu a 16 de Novembro de 1922, José Saramago, Prémio Nobel da Literatura em 1998, e também distinguido com o “Prémio Camões” (em 1995), faleceu hoje, aos 87 anos, na ilha de Lanzarote (Canárias), em Espanha, onde residia há vários anos.

Escritor tardio (não obstante ter publicado o primeiro livro, “Terra do Pecado”, em 1947), da sua obra destacam-se os romances: Manual de Pintura e Caligrafia(1977), Levantado do Chão (1980), Memorial do Convento (1982), O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), História do Cerco de Lisboa(1989), O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991), Ensaio Sobre a Cegueira(1995), Todos os Nomes (1997), Ensaio Sobre a Lucidez (2004), As Intermitências da Morte (2005), A Viagem do Elefante (2008) e Caim (2009).

Junho 18, 2010 at 3:39 pm Deixe o seu comentário

Apresentação de Jesusalém, de Mia Couto

Amanhã, dia 21 de Julho, pelas 18 horas, será apresentada, na Biblioteca Municipal de Tomar, a mais recente obra do escritor moçambicano Mia Couto, “Jesusalém”.

Julho 20, 2009 at 8:15 am Deixe o seu comentário

A Epopeia Templária e Portugal

A vasta bibliografia dedicada à Ordem do Templo, no estrangeiro e em Portugal, mesmo a que privilegia a objectividade histórica, raramente prescinde do recurso ao imaginário esotérico para tentar explicar os seus aspectos obscuros ou lendários. Ora, a realidade documentada da gesta templária é, por si só, tão fascinante que dispensa lucubrações herméticas e divagações mais ou menos fantasiosas. Este livro, tentando aclarar aspectos relevantes dalinguagem simbólica, cara ao medievalismo ocidental, pretende, fundamentalmente, evidenciar o importante contributo dos freires-cavaleiros da Ordem do Templo para a formação de Portugal e para a Reconquista cristã do território da Península Ibérica, bem como adecisiva acção da Ordem de Cristo, sua sucessora, na empresa dos Descobrimentos.

Outubro 2, 2008 at 8:21 am Deixe o seu comentário

Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo – Excerto (III)

“Quando haja alguma ocupação antes ou depois da Missa, a saber: Procissão, Profissão, Comunhão ou qualquer outra ocupação fora do ordinário, ou o Padre Dom Prior faça Pontifical, o Sacristão ou o Reverendo das Cerimónias comunicará com o Prelado quando se há-de tanger a hora antes da Missa.

As vésperas se dirão às 3 horas da Páscoa até à Exaltação da Cruz de Setembro, exclusive, e deste dia até ao mesmo da Páscoa se dirão às 2 horas; excepto na Quaresma, que se dirão imediatamente depois da Missa do dia, e nas Domingas da Quaresma se dirão depois de se tanger à pregação, havendo sermão à tarde, ao qual se tangerá o sino Meão à uma hora depois do meio-dia.

As Completas se dirão às 7 horas e meia da tarde, da Páscoa até à véspera da Cruz de Setembro, inclusive, excepto nos dias que se cantarem, que se dirão às 7 horas; em o mais tempo às 5 e meia, o mesmo será na Quaresma quando sejam dias grandes e parecer ao Prelado; nas Domingas da Quaresma se dirão imediatamente acabado o sermão. Sucedendo caso que todas estas cosas, ou algumas delas, se não possam dizer nos tempos aqui declarados, os Prelados, com seus deputados, ordenarão como convier a tal necessidade, havendo de durar mais de um mês; mas por menos tempo o Prelado o poderá fazer por si só.”

(“Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo”, José Medeiros, Ed. Zéfiro)

Abril 10, 2008 at 8:55 am Deixe o seu comentário

Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo – Excerto (II)

“A Sexta em dias simples feriais e Sábados de N. Senhora se diz antes da Missa Conventual e se tangerá a ela um quarto depois da hora que se tange a Terça antes da Missa; porém, em dias de jejum e quando se diga Missa solene de defuntos, dir-se-á com a Prima a Terça.

A Noa se dirá da Páscoa até à Santa Cruz de Setembro exclusive, ao meio-dia; e da Santa Cruz até à Quinquagésima, Domingas do Advento e Quaresma e quando no Verão se saia da refeição do jantar dadas onze horas, ou pouco antes, parecendo ao que preside se dirá a Noa, onde ordinariamente se dão as graças; elas acabadas se tangerá a Noa o sino ordinário, quando se faz sinal à mesa segunda em dias de jejum, e quando se faça ofício solene de defuntos se dirá a Noa antes da Missa Conventual, conforme ao tempo.”

(“Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo”, José Medeiros, Ed. Zéfiro)

Abril 9, 2008 at 5:20 pm Deixe o seu comentário

Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo – Excerto (I)

Capítulo 1º

A que hora e por que ordem se faz o ofício Divino.

“As Matinas se dizem por todo o ano à meia-noite excepto dia de Natal, Sexta-feira e Sábado Santos e dia de Páscoa da Ressurreição, que se dizem às horas que em seu lugar se verá. A Prima se dirá às 5 horas e meia da manhã, da primeira Dominga da Quaresma até à Santa Cruz de Setembro exclusive; e da Santa Cruz até dia dos finados se dirá às 6 horas. De dia dos finados inclusive até dia de Nossa Senhora das Candeias exclusive se dirá às 6 e meia e de dia das Candeias até a primeira Dominga da Quaresma exclusive se dirá às 6 horas como dantes. A hora em que se diz imediata, antes da Missa do dia, será às 8 horas da primeira Dominga da Quaresma até Santa Cruz de Setembro exclusive, advertindo o Sacristão que nos dias feriais da Quaresma mandará tanger às 9 horas e meia e nos dias de jejum às 10 pela roda do ano e do dia da Exaltação da Cruz por diante se dirá às 9 horas em dias simples feriais e sábados de N. Senhora se dirá a Terça com a Prima.”

 (“Usos e Cerimónias da Nossa Ordem de Cristo”, José Medeiros, Ed. Zéfiro)

Abril 7, 2008 at 8:45 am Deixe o seu comentário

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