Posts filed under ‘História’
Templários avançam para a internacionalização


Outubro 31, 2012 at 11:56 pm Leonel Vicente Deixe o seu comentário
«E o rio foi mar…» – Há 50 anos
(O Templário, 04.11.1962)
Outubro 29, 2012 at 9:32 am Leonel Vicente Deixe o seu comentário
Colóquio Internacional – Cister, os Templários e a Ordem de Cristo
Junho 7, 2011 at 10:45 am Leonel Vicente Deixe o seu comentário
Carlos Maria Pereira

Deputado por Tomar, na Assembleia Constituinte de 1911
Maio 28, 2011 at 9:01 am Leonel Vicente Deixe o seu comentário
Tamagnini Abreu – Figura da I República
1856 – Nasce, a 13 de maio, em Tomar
1915 – É promovido a general 12 dias antes de Norton de Matos assumir o Ministério da Guerra, sendo convidado por este a comandar a futura Divisão de Instrução que se concentrará em Tancos.
1916 – A Alemanha declara guerra em Portugal.
1917 – É nomeado comandante do Corpo Expedicionário Português; partem para França os primeiros expedicionários.
1918 – A 9 de Abril na Batalha de La Lys, morrem mais de 400 portugueses e cerca de 7 000 são feitos prisioneiros, fragilizando de forma irreversível o CEP, de cujo comando é exonerado. A assinatura do armistício, a 11/11, põe fim à guerra.
1923 – Escreve as suas memórias: Os meus três comandos.
1924 – Morre em Lisboa, a 23 de Novembro
«Homem esguio, ligeiramente curvado, apoiado numa bengala, sempre fardado, ar afável: é esta a imagem que hoje nos chega do general Fernando Tamagnini de Abreu e Silva, comandante do Corpo Expedicionário Português durante um dos períodos mais conturbados da nossa História recente. Mas quem foi o general Tamagnini?
Tamagnini de Abreu foi um militar que, a certa altura, se viu envolvido na política, quando essas se tornaram faces da mesma moeda, durante a I Guerra Mundial. Mas até 1915, o seu percurso foi o de um militar que ascendia de forma tranquila na hierarquia, sempre ligado à arma de Cavalaria, por onde se iniciou aos 17 anos.
Frequentou o Real Colégio Militar, onde desempenhou funções de Regente de Estudos, aí desenvolvendo o gosto pela História de Portugal e o Latim, pouco tempo antes de casar com Maria Isabel de Oliveira Pinto da França, em 1887. Passou também, por períodos intermitentes, pela Guarda Municipal, entre 1880 e 1908, até assumir o comando da 5ª Divisão, em Coimbra, em 1915, ano em que ascendeu ao generalato, como refere Isabel Pestana Marques em Memórias do General, 1915-1919. Os Meus Três Comandos’ de Fernando Tamagnini (Fundação Mariana Seixas, 2004).
Por essa altura, já a normalidade dos dias fora abalada pelo eclodir da Grande Guerra. Tamagnini, recém-designado general, a quem eram elogiadas as qualidades de disciplina e comando militar, acabaria por ser convidado pelo general Norton de Matos – também ele recém-chegado a um novo cargo, o de ministro da Guerra – para comandar a futura Divisão de Instrução de Tancos, em agosto de 1915.
Entretanto, as pressões do governo do Partido Democrático de Afonso Costa fariam com que o País fosse envolvido no turbilhão dos acontecimentos. Para os partidários da guerra, a participação de Portugal no conflito era encarada como uma forma de resolver vários problemas. Por um lado, conferiria credibilidade internacional ao jovem regime republicano, ao mesmo tempo que traria à sociedade portuguesa, fortemente dividida, um motivo de união à volta de um objectivo comum.
De Tancos à Flandres
Depois de Portugal atender ao pedido britânico de requisição dos navios alemães surtos em portos nacionais, a Alemanha declarou guerra ao nosso país, a 9 de março de 1916. Nos meses que se seguiram, entre abril e julho, deu-se o «Milagre de Tancos», assim chamado devido ao curto espaço de tempo em que se concentraram e prepararam cerca de 20 mil homens vindos de vários pontos do País. O obreiro principal desse «milagre» foi o ministro da Guerra, Norton de Matos, que contou com a preciosa ajuda do general Tamagnini.
Antes da concentração em Tancos e durante o período que antecedeu o embarque para a Flandres, Tamagnini foi também incumbido por Norton de Matos de acompanhar os preparativos da concentração pelo País, vigiando as tropas e abafando os vários motins contra a mobilização.
Será, pois, de uma forma quase «natural» que surgirá a sua nomeação para comandante do Corpo Expedicionário Português (CEP) em janeiro de 1917. As primeiras tropas embarcaram rumo à Flandres nos finais desse mês e Tamagnini assumirá o comando a 20 de março, tendo pela frente a árdua tarefa de organizar e comandar cerca de 55 mil homens.
O comando do CEP não seria um período fácil para o general Tamagnini. Às condições adversas em que o exerceu-se juntou-se a noção de que seria imprescindível uma reorganização dessa força militar para continuar no terreno de forma digna. Tentará por isso, por duas vezes, convencer o governo a manter o CEP como força autónoma do Exército inglês – em vão.
Entretanto ocorre, a 9 de abril de 1918, a Batalha de La Lys, que atingirá de forma irreversível as tropas portuguesas na Flandres e desencadeará a polémica em torno do Comando do CEP. A imagem do general fragilizou-se de dia para dia, acabando por ser exonerado pelo Presidente da República Sidónio Pais (líder da revolta militar de 5 de dezembro de 1917), sem nunca receber explicações dessa decisão.
Mostrando a sua essência de militar, acabará por aceitar do mesmo homem que o exonerara a nomeação para (voltar a) comandar a 5.ª Divisão e assim ajudar a conter a ordem pública, numa altura em que a unanimidade inicial à volta de Sidónio Pais se desmoronava.
A seguir ao assassinato do «Presidente-Rei», em dezembro de 1918, seguiu-se um período complicado para Tamagnini, que viu o seu nome envolvido nas guerrilhas de disputa pelo poder. Desiludido e decidido a esclarecer os mal-entendidos entretanto surgidos, elabora um relatório sobre o comando do CEP e afasta-se.
Entre 1919 e 1923, Tamagnini foi agraciado com várias condecorações, portuguesas e estrangeiras, e concentra-se nos trabalhos da Comissão incumbida de rever a legislação relativa a mutilados e estropiados de guerra, a que preside, bem como na Comissão dos Padrões da Grande Guerra. Um esforço que refletia a marca inelutável que a Grande Guerra deixara em si.
Morreu em 1924, não chegando assim a assistir à queda da I República perpetrada pelo golpe militar de 1926. Mas os últimos anos de vida permitiram-lhe, por certo, constatar a crescente fragilização de um regime que depois da Guerra nunca mais se recomporá.»
Elsa Santos Alípio, “Visão História – 41 Grandes Figuras da I República”, nº 10, Setembro 2010, pp. 72 e 73
Outubro 5, 2010 at 9:11 am Leonel Vicente Deixe o seu comentário
Evocação do Cerco de Tomar de 1190
Decorre no próximo dia 11 de Julho (domingo), entre as 10 e as 13 horas, no Turismo – Mata – Castelo Tomar, uma evocação do “Cerco de Tomar de 1190″.
Depois da conquista, e início da construção do Castelo de Tomar, por Gualdim Pais, a 1 de Março de 1160, os muçulmanos ripostariam, e, em 1190, sob o reinado de D. Sancho I, após terem começado por reconquistar o castelo de Silves e o Algarve, fariam mesmo recuar os portugueses até aos limites constituídos pelo Rio Tejo, conquistando sucessivamente os castelos de Alcácer do Sal, Palmela e Almada, cercando Santarém, destruindo Torres Novas e Abrantes.

A 13 de Julho de 1190, o Castelo de Tomar seria cercado por cerca de 900 guerreiros conduzidos pelo califa Almançor (Abu Yusuf Ya’qub al-Mansur), tendo os árabes chegado mesmo a transpor a porta de Almedina (que dá, actualmente, para a mata dos Sete Montes), a qual passaria a ser conhecida como Porta do Sangue.
Ao fim de 6 dias de ataques, sempre sob a defesa de Gualdim Pais (então já com a idade de 72 anos) e dos Templários – avisados do avanço muçulmano através das atalaias existentes entre o Castelo de Almourol e Tomar -, os cerca de 200 portugueses instalados no Castelo conseguiriam aí deter a ofensiva muçulmana, obrigando o rei de Marrocos a levantar o cerco a Tomar, dando oportunidade ao início de novo ciclo de expansão do domínio português sobre o território.
Julho 8, 2010 at 12:57 pm Leonel Vicente Deixe o seu comentário
"D. João III e Tomar: Um Lugar de Poder, O Poder de Um Lugar"
Realiza-se amanhã, sábado, pelas 17h30, na capela de S. Iria, a conferência intitulada “D. João III e Tomar: Um Lugar de Poder, O Poder de Um Lugar”, proferida pela historiadora Ana Isabel Buescu, que publicou a biografia do monarca, com um dos mais longos reinados da história portuguesa, desde final de 1521 a 1557.
Junho 4, 2010 at 12:40 pm Leonel Vicente Deixe o seu comentário













