“FATIAS DE CÁ”
Março 30, 2004
Criado em Tomar em 1979, o “Fatias de Cá” inspira o seu nome no doce conventual local “Fatias de Tomar”.
Actualmente composto por cerca de 115 membros (profissionais e amadores), tendo Carlos Carvalheiro como Director Artístico, e usando como lema “Não resistimos nem a uma ideia nova nem a um vinho velho“, tem-se expandido numa perspectiva regional, tendo criado núcleos na Chamusca, V. N. Barquinha, Constância e Lisboa.
Nesta companhia, de grande “humildade teatral”, segundo Carlos Carvalheiro, “todos fazem tudo”. Nem todos os elementos são profissionais, sendo aceites inscrições para colaboração com o grupo (no final de cada peça, é distribuída um inquérito / ficha de inscrição).
Nos 25 anos de vida, utilizando de uma forma interactiva o património construído e paisagístico (nomeadamente o Convento de Cristo e a Mata dos Sete Montes, por exemplo), o “Fatias de Cá” estreou mais de 30 espectáculos, desde Karl Valentim a Choderlos de Laclos, passando por Dario Fo, Frati, Gil Vicente, Yourcenar, Shakespeare, Lorca, Mozart, Plauto e Ackbourn e participou em Festivais de Teatro por todo o mundo, contribuíndo para tornar Tomar numa cidade de referência a nível cultural.
Em particular, refira-se a estreia, em Agosto de 2000, na Mata dos Sete Montes, em Tomar, do espectáculo “Sonho de Uma Noite de Verão”, de William Shakespeare, e “T de Lempicka”, estreado em 1998, reposto em 2000 e, novamente, em 2003 – peça que o Director Artístico considerou como “a maior experiência teatral da sua vida” (implicando nomeadamente um rigoroso planeamento das várias cenas que decorriam em simultâneo, em diversas salas do Convento de Cristo).
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1. Memória Virtual » TOMAR | Novembro 10, 2007 at 10:39 pm
[...] Fatias de Cá – História e espectáculos (30.03.04, 3, 10, 17, 24 e 31.07.04 e [...]
2.
Fernanda Mouga | Setembro 20, 2008 at 1:03 am
Sobre a peça REI ARTHUR , tenho para dizer que me soube muito bem : O espaço tão bem escolhido, renascido para uma vida nova ,pois dessas escolhas é que os espaços se fazem nascer de novo. A Praça Pública foi , outra vez, o lugar de encontro .Esperado hà séculos.
É muito bonito, quando cada um dos da casa se aproxima de nós e nos faz participar da história que tem para nos contar e nos conduz a um lugar mais íntimo para nos oferecer uvas e outra fruta madura.A arte do bem bem receber e nos fazer saber das tramas que se teceram quando não estávamos presentes. Levar-nos ao lugar das ardilosas estratégias, para que nos regozigemos com a vitória do bem sobre o mal.
A força da inteligência !
Jà tive a oportunidade de, por telemóvel, dar os parabéns e exaltar o trabalho feito junto das crianças.Lindo!
Obrigada pela parte que me coube. Fernanda
Ai é verdade, também fiquei a gostar muito do Burro.
3.
Fernanda Mouga | Setembro 20, 2008 at 1:15 am
Cavalo , quero dizer.